Apoio Educacional
Home

Diabetes na Prática Clínica

Uma Publicação On-Line da Sociedade Brasileira de Diabetes
Editores: Dr. Reginaldo Albuquerque e Dr. Augusto Pimazoni Netto

Dr. José Egídio Paulo de Oliveira
Professor Titular da Faculdade de Medicina da UFRJ. Chefe do Serviço de Diabetes e Nutrologia do HUCFF-UFRJ – Rio de Janeiro.
Dr. Antonio Carlos Lerario
Professor Livre-Docente de Endocrinologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Diabetes.

Módulo 4 - Tratamento do diabetes: abordagens farmacológicas

3Visão geral dos antidiabéticos orais tradicionais: secretagogos, inibidores da alfa-glicosidase e sensibilizadores de insulinaPublicado em 01/10/2008

Resumo do capítulo (Para acessar o conteúdo integral, faça o login ou cadastre-se)
<p>Principalmente na &uacute;ltima d&eacute;cada, foram v&aacute;rios os lan&ccedil;amentos de novas op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas para o controle glic&ecirc;mico do diabetes. Apesar disso, os antidiab&eacute;ticos orais considerados como &ldquo;tradicionais&rdquo; (representados pelas sulfonilur&eacute;ias, metformina, glitazonas e inibidores das alfa-glicosidases) ainda respondem pela maior fatia dos antidiab&eacute;ticos orais utilizados hoje em dia. As novas op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, representadas pelos incretinomim&eacute;ticos e inibidores da DPP-IV j&aacute; foram apresentadas e discutidas no Cap&iacute;tulo 2 deste M&oacute;dulo 4.</p> <p> Quando o paciente com diabetes do tipo 2 e hiperglicemia n&atilde;o responde ou deixa de responder adequadamente &agrave;s medidas n&atilde;o-medicamentosas, deve ser inserido um ou mais agentes antidiab&eacute;ticos, com a finalidade de controlar a glicemia e promover a redu&ccedil;&atilde;o da hemoglobina glicada (A1C), para n&iacute;veis aceit&aacute;veis. </p><p> Estudos epidemiol&oacute;gicos sustentam a hip&oacute;tese de uma rela&ccedil;&atilde;o direta e independente entre os n&iacute;veis sangu&iacute;neos de glicose e a doen&ccedil;a cardiovascular. A aus&ecirc;ncia de um limiar glic&ecirc;mico em diab&eacute;ticos e a persist&ecirc;ncia desta rela&ccedil;&atilde;o em n&atilde;o-diab&eacute;ticos sugerem que a glicemia &eacute; uma vari&aacute;vel cont&iacute;nua de risco, da mesma forma que outros fatores de risco cardiovascular. Sendo assim, o tratamento deve objetivar a normoglicemia e a sua manuten&ccedil;&atilde;o em longo prazo. Os antidiab&eacute;ticos est&atilde;o indicados no tratamento da hiperglicemia quando os valores encontrados no jejum e/ou p&oacute;s-sobrecarga estiverem acima dos requeridos para o diagn&oacute;stico do <em>diabetes mellitus</em></p>

 

Expediente - Termos de Uso - Topo  ® Sociedade Brasileira de Diabetes - Creative Commons License Licenciado pela Creative Commons - Direitos Reservados.