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Diabetes na Prática Clínica

Uma Publicação On-Line da Sociedade Brasileira de Diabetes
Editores: Dr. Reginaldo Albuquerque e Dr. Augusto Pimazoni Netto

Dr. Ney Cavalcanti
Professor-Regente da Disciplina de Endocrinologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (FCM/UPE). Coordenador do Departamento de Pesquisas Clínicas da Disciplina de Endocrinologia da FCM/UPE. Fellow em Endocrinologia e Diabetes pelo Oxford Centre for Diabetes, Endocrinology and Metabolism, Oxford University, UK.
Dr. Daniel da Costa Lins
Preceptor de Clínica Médica e Endocrinologia do Hospital Oswaldo Cruz - Universidade de Pernambuco (UPE). Membro do Grupo de Pesquisas Clinicas - Endocrinologia da Faculdade de Ciências Médicas da UPE. Coordenador do Ambulatório de Diabetes do Hospital Naval do Recife

Módulo 1 - Diagnóstico, epidemiologia e fisiopatologia do diabetes

5O papel dos hormônios intestinais no controle glicêmicoPublicado em 21/08/2008

Resumo do capítulo (Para acessar o conteúdo integral, faça o login ou cadastre-se)
<p>Hoje sabemos ser o trato gastrointestinal o nosso maior &oacute;rg&atilde;o end&oacute;crino. Ele produz muitos horm&ocirc;nios, dos quais conhecemos apenas alguns, que desempenham importantes a&ccedil;&otilde;es na nossa homeostase. Os primeiros estudos com os horm&ocirc;nios gastrointestinais sugeriam que as suas a&ccedil;&otilde;es se restringiam apenas ao funcionamento do tubo digestivo, como secre&ccedil;&atilde;o &aacute;cida do est&ocirc;mago e contra&ccedil;&atilde;o da ves&iacute;cula biliar. Somente a partir de 1973 quando foi demonstrado, que um deles, a colecistoquinina (CCK) tinha influ&ecirc;ncia sobre o apetite, surgiu aumento de interesse nestes pept&iacute;deos e a descoberta de que tamb&eacute;m outros destes horm&ocirc;nios tinham a&ccedil;&otilde;es fora do sistema digestivo.</p><p>No sistema nervoso central (snc) os receptores para estes pept&iacute;deos se localizam principalmente para o controle no hipot&aacute;lamo e tronco encef&aacute;lico. &Eacute; atrav&eacute;s dessas mensagens que controlamos a nossa fome, saciedade e gasto energ&eacute;tico. Estudos recentes indicam a exist&ecirc;ncia de um sistema no tubo digestivo que identifica a presen&ccedil;a de alimentos e sinaliza o snc via mecanismos neurais e end&oacute;crinos a regular a curto prazo o apetite e a saciedade.</p>

 

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