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Diabetes na Prática Clínica

Uma Publicação On-Line da Sociedade Brasileira de Diabetes
Editores: Dr. Reginaldo Albuquerque e Dr. Augusto Pimazoni Netto

Dr. Marcos Antônio Tambascia
Chefe da Disciplina de Endocrinologia do Departamento de Clínica Médica da UNICAMP/SP
Dr. Bruno Geloneze Neto
Coordenador do Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes LIMED - UNICAMP
Dr. Freddy G. Eliaschewitz
Coordenador Médico do Núcleo de Terapia Celular e Molecular da USP e Chefe do Serviço de Endocrinologia do Hospital Heliópolis. Pesquisador Clínico do Centro de Pesquisas Clínicas do Grupo Notre Dame - Intermédica
Dr. Jorge Gross
Professor Titular do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da UFRGS
Dr. Augusto Pimazoni Netto
Consultor Médico para Projetos de Educação em Saúde. Coordenador do Grupo de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e da Hipertensão da UNIFESP.

Módulo 4 - Tratamento do diabetes: abordagens farmacológicas

2Novas perspectivas para o tratamento do diabetes tipo 2: incretinomiméticos e inibidores da DPP-IV – Posicionamento Oficial SBD 2007 Nº 3Publicado em 10/03/2008

Resumo do capítulo (Para acessar o conteúdo integral, faça o login ou cadastre-se)

Nosso entendimento sobre o diabetes como uma doença metabólica evoluiu consideravelmente após a descoberta da insulina, em 1920. A insulina foi identificada como um hormônio regulador dos níveis circulantes da glicose e o diabetes foi considerado como uma doença da secreção deste hormônio, uma vez que sua aplicação diminuía os níveis da glicose e tem sido utilizada até hoje como base do tratamento do diabetes tipo 1. Após o advento do radioimunoensaio e a capacidade de se medir os níveis de insulina, foi identificado um grupo de pacientes com diabetes que tinha níveis elevados de insulina, resultando daí o conceito de resistência à insulina, que é uma das bases para se entender a fisiopatologia do diabetes tipo 2. Nesse período também, os estudos de fisiologia revelaram que outros hormônios tinham efeitos glicoregulatórios e que vários hormônios contribuíam para a homeostase da glicemia. Nos anos 50, constatou-se que o glucagon era o principal estímulo para a produção hepática da glicose. Essa descoberta levou a um entendimento das relações entre insulina e glucagon, permitindo, assim, o conceito do diabetes como doença bi-hormonal.

 

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