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Diabetes na Prática Clínica

Uma Publicação On-Line da Sociedade Brasileira de Diabetes
Editores: Dr. Reginaldo Albuquerque e Dr. Augusto Pimazoni Netto

Dra. Denise Reis Franco
Endocrinologista do Núcleo de Terapia Celular e Molecular da USP Pesquisadora clinica do CPCLIN – centro de pesquisa clinica e do Centro de Pesquisas Clínicas do Grupo Notre Dame – Intermédica

Módulo 4 - Tratamento do diabetes: abordagens farmacológicas

4Esquemas de insulinização no diabetes tipo 2Publicado em 23/08/2008

Resumo do capítulo (Para acessar o conteúdo integral, faça o login ou cadastre-se)

O diabetes tipo 2 (DM-2) é uma condição clínica que se caracteriza por um estado de resistência à insulina acompanhado por uma disfunção progressiva da célula beta. Medidas como mudanças no estilo de vida, redução de peso e exercícios contribuem para reduzir a resistência insulínica, mas não impedem a perda progressiva da capacidade de secretar insulina que estes pacientes apresentam com a evolução da doença.

Deste modo, a terapia tem que ser ajustada ao longo do tempo sendo que no início, em geral, é baseada em drogas que atuam sobre a resistência à insulina como a metformina, às quais posteriormente se associa uma das drogas secretagogas.

Ocorre, entretanto, que os agentes antiabéticos orais (ADO) também atuam apenas por um tempo limitado porque não impedem a redução da função secretora da célula beta, o que acaba com o tempo, levando a deteriorização do controle metabólico independentemente da terapia oral utilizada. Assim, a maioria dos pacientes terá dificuldade em se manter dentro das metas de bom controle apenas com a terapia oral, necessitando da insulina para atingi-las.

 

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